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O que fazer???

Convulsão
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Conceito: Contrações violentas,
acometendo a musculatura voluntária, com ou sem
perda de consciência.
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Causas: Pode ser causada por febre muito
alta, epilepsia, traumatismo na cabeça e
intoxicações.
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Sintomas: |
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Inconsciência e queda ao solo;
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 | Lábios
cianosados e/ou palidez intensa;
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 | O corpo é
sacudido por movimentos incontroláveis e
incoordenados;
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Conduta: |
 | Evitar, se
possível , a queda da vítima contra o chão;
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 | Proteger a
cabeça; |
 | Colocar um
pano entre os dentes para que a vítima não
morda a língua;
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 | Colocar a
vítima em posição lateral , de modo que ela
não aspire em caso de vômitos;
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 | Não se deve
impedir os movimentos convulsivos;
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 | Devemos
afastar os objetos
próximos
para que ela não se machuque, batendo contra
eles; |
 | Afrouxar a
roupa da vítima;
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 | Evitar
estímulos como sacudidas, aspiração de
vinagre, álcool ou amoníaco;
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 | Não ficar
com medo da salivação abundante. Ela não é
contagiosa; |
 | Durante a
convulsão, observar as partes do corpo que
estão apresentando movimentos convulsivos para
relatar ao serviço de saúde;
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 | Quando as
contrações desaparecem acomode a vítima de
forma confortável, orientando-a quanto ao
tempo e espaço, agasalhando-a e confirmado se
ela respira bem;
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 | Encaminhar ,
em seguida , à Assistência Qualificada.
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Hemorragia
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Conceito:
Hemorragia é a perda de sangue devido ao
rompimento de um vaso sanguíneo, veia ou
artéria, alterando o fluxo normal da circulação.
A Hemorragia abundante e não controlada pode
causar morte de 3 a 5 minutos.
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Classificação:
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1. Segundo o Local |
Externa:
Origem visível, o sangue verte para o
exterior.
Interna: Quando se produz numa
cavidade fechada. Ex: fígado, baço,etc.
Mista: Interna no momento de
produzir-se, e externa quando verte para o
exterior. |
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2. Segundo a espécie |
Arteriais: Mais perigosas; o sangue é
vermelho vivo e sai em jato forte, rápida
e intermitentemente.
Venosas: O sangue é mais vermelho -
escuro, e sai de forma contínua e
lentamente.
Capilares: O sangue é de cor
intermediária, e brota como pequenas
gotas. |
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O que fazer diante de uma Hemorragia? |
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As
providências que você deve tomar para estancar a
hemorragia vão depender da parte do corpo em que
ela se localiza.
1.
Hemorragia Interna: |
Uma
colisão, um choque com objeto pesado pode
acarretar ao trabalhador, muitas vezes,
uma hemorragia interna. A hemorragia se
traduz pelo rompimento de vasos
internamente ou de órgãos importantes como
o fígado ou o baço.
Como não vemos o sangramento, temos
que prestar atenção alguns sinais
externos, para podermos diagnosticar e
encaminhar ao tratamento médico
imediatamente e evitar o estado de choque.
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Verificar:
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Pulsação: Se o pulso está fraco e
acelerado;
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 | Pele:
Se está fria, pálida e as mucosas dos
olhos e da boca estão brancas;
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 | Mãos e
dedos (extremidades): Ficam arroxeados
pela diminuição da circulação sanguínea
|
 | Se a
vítima tem sede.
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O que fazer:
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 | Deitar
o acidentado, com a cabeça num nível
mais baixo que o do corpo, mantendo-o o
mais imóvel possível;
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Colocar uma bolsa de gelo ou compressas
frias no local do trauma;
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Tranqüilizar o acidentado se ele estiver
consciente;
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Suspender a ingestão de líquidos;
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Observar rigorosamente a vítima para
evitar parada cardíaca e respiratória;
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 |
Providenciar auxílio médico;
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Afrouxar a roupa da vítima;
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2. Hemorragia
Externa: |
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Nos
membros Superiores (Braços) e Inferiores
(Pernas): São casos que você encontra com
facilidade. Acidentes que podem acontecer
a qualquer momento quando lidamos com
materiais cortantes ou mesmo quando se
leva um tombo e há sangramento na ferida.
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O que fazer:
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 | Deitar
a vítima imediatamente;
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Levante o braço ou a perna ferida e
deixe assim o maior tempo possível;
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Coloque sobre a ferida um curativo de
gaze ou pano limpo e pressione;
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 | Amarre
um pano ou atadura por cima do curativo;
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 | Se
continuar sangrando, fazer compressão na
artéria mais próxima da região;
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Providenciar auxílio médico.
Ao cessar a hemorragia, evitar os
movimentos da parte afetada.
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3. Hemorragia
Nasal |
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De
todas as hemorragias que podem acontecer,
esta é a mais comum em crianças ou
adultos; causada pelo rompimento dos vasos
sangüíneos do nariz devido a esforços
físicos, excesso de sol, trabalhos
expostos a altas temperaturas, diminuição
de pressão atmosférica, saídas bruscas de
câmaras pneumáticas de submersão, ou ainda
em conseqüência de algumas doenças, o que
requer uma investigação imediata. |
O que fazer ?
|
 |
Tranqüilizar a vítima; |
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Afrouxar a roupa que esteja comprimindo
o pescoço e o tórax da vítima;
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 | Sentar
a vítima em local fresco, verificando o
pulso (se estiver cheio e forte, deixar
sair uma certa quantidade de sangue);
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 |
Comprimir a narina sangrante com os
dedos (5 a 10 minutos); |
 | Usar
um chumaço de algodão tampando a narina
sangrante; |
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Colocar compressa de pano frio ou bolsa
de gelo no nariz, testa e nuca;
|
 | Se não
cessou desta forma, encaminhar a vítima
imediatamente ao médico. |
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Recomendações:
Peça
a vítima que respire pela boca;
Não deixe que assoe o nariz.
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Intoxicações
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Vivemos diariamente cercados por
substâncias tóxicas , seja no ambiente de
trabalho, como no caso dos Farmacêuticos,
ou no nosso lar , onde existem produtos
variados: desinfetantes , inseticidas ,
tintas , água sanitária , remédios, etc.,
e lidamos com eles diariamente.Saiba que
todas podem causar sérias intoxicações,
pois:"Qualquer substância pode ser tóxica
, dependendo da dose e maneira de usá-la." |
Vias de penetração: |
Boca:
ingestão de qualquer tipo de substância
tóxica , química ou natural.
Pele: contato direto com plantas de
substâncias químicas tóxicas.
Vias respiratórias: aspiração de vapores
ou gases emanados de substâncias tóxicas.
Contaminação dos olhos: Por contato
com substâncias tóxicas ou naturais.
|
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Sinais e
Sintomas: |
 | Os
sinais e sintomas normalmente variam
conforme a substância tóxica e via de
penetração.
|
 | Porém
, de maneira geral podemos observar:
Sinais evidentes na boca ou na pele de
que a vítima tenha mastigado , engolido
, aspirado ou contato com substâncias
químicas ou naturais (medicamentos,
plantas, etc.) ;
|
 | Hálito
com odor estranho , no caso de ingestão
ou inalação de um tóxico ;
|
 |
Modificação na coloração dos lábios e
exterior da boca ;
|
 | Dor ,
sensação de queimação na boca , garganta
ou estômago ;
|
 |
Sonolência , confusão mental , torpor ;
|
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Delírios , alucinações e estado de coma
;
Lesões na pele , queimaduras intensas
com limites bem nítidos ;
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Depressão respiratória .
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Conduta:
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a) Tóxico
Ingerido: |
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1. Paciente
Consciente: |
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Conservar o corpo da vítima aquecido com
cobertores;
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 |
Encaminhar à Assistência de Saúde;
|
 | Levar
o frasco do produto ingerido.
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2. Paciente
inconsciente ou em crise convulsiva: |
 | Se a
vítima estiver inconsciente , não dê
nada para ela beber ;
|
 |
Verificar se há respiração, se não
houver, iniciar a respiração artificial;
|
 | Abrir
a boca da vítima, para verificar se a
língua não está trancando a respiração ;
|
 |
Colocar em posição lateral de segurança
, para evitar a aspiração de vômito
espontâneo;
|
 |
Encaminhar ao centro de saúde mais
próximo.
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|
b) Tóxico Inalado:
|
 | Levar
imediatamente a vítima para o ar fresco , ou
maior ventilação pata expelir o mais
rapidamente os gases ; |
 | Manter a
função respiratória se a vítima não estiver
respirando , remover qualquer objeto da boca
do paciente. (prótese , alimento , vômito) ;
|
 | Manter seu
queixo para cima , inclinar a cabeça para trás
o máximo possível e assoprar na sua boca ou
nariz , até que o tórax levante ; |
 | Repetir de
12 a 18 vezes por minuto ; |
 | Conservar o
corpo aquecido , enrolando o paciente em
cobertores se necessário; |
 | Encaminhar a
vítima rapidamente a um serviço médico.
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c) Contaminação da
pele: |
 | Colocar o
acidentado sob chuveiro ou jato de água
corrente , enquanto toda roupa é retirada;
|
 | Vestir o
acidentado com roupas limpas;
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 | Não tentar
nenhum antídoto químico;
|
 | Encaminhar a
vítima rapidamente a um serviço médico.
|
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d) Contaminação
dos olhos : |
 | Separar bem
as pálpebras, lavar os olhos durante 15 a 20
minutos com água corrente em uma lavadora
ocular ou uma corrente pouco intensa de
mangueira ou torneira.
A lavagem precisa ser iniciada imediatamente ,
pois o atraso de alguns segundos aumentará
muito a intensidade da lesão
|
 | Encaminhar
com urgência ao serviço médico;
|
 | Não tentar
usar nenhum colírio.
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Outras condutas
frente às intoxicações:
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A Observação
é de extrema importância para relatar as
circunstâncias da intoxicação. Por exemplo:
|
 | Se a
intoxicação for provocada por algum produto
químico, procure o vidro ou caixa onde ele se
encontrava. Normalmente você poderá encontrar
aí informações tais como substâncias que
compõem o produto e antídoto apropriado;
|
 | Procurar
levar ao médico a substância tóxica em seu
recipiente ou frasco original;
|
 | Caso o
envenenamento tenha sido causado por plantas
ou comida, se possível, levar uma amostra.
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Identificação
de um agente tóxico desconhecido:
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As
seguintes informações são úteis na tentativa de
identificação de um agente tóxico:
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 | Estado
Físico (líquido, pó, sólido)
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 | Cheiro do
produto; |
 | Marca do
Produto; |
 | Uso (para
que fim); |
 | Se há
presença de rótulo de veneno;
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 | Se há aviso
de inflamabilidade;
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 | Cor do
produto. |
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Intoxicação por Plantas
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Conceito:
Plantas tóxicas são encontradas em
todos os lugares: quintais, terrenos
baldios e dentro de casa. Quando colocadas
na boca ou manipuladas podem ser
perigosas, principalmente para as
crianças. Os efeitos das plantas variam
com as diferentes espécies, sendo comum
náuseas, vômitos, diarréia e desidratação. |
Prevenção: |
 |
Mantenha longe do alcance das crianças.
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 | Ensine
as crianças que não se colocam plantas
na boca.
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Conheça as plantas que tem em casa e
arredores pelo nome e características.
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 | Não
use remédios caseiros feitos de plantas
sem orientação médica.
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 | Não
coma plantas desconhecidas. Lembre-se de
que há regras ou testes seguros para
distinguir as plantas comestíveis das
venenosas.
|
 | Nem
sempre o cozimento elimina a toxicidade
da planta.
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Primeiros
Socorros: |
 | Retire
da boca o que resta da planta,
cuidadosamente.
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 |
Enxágüe a boca com água corrente
abundante.
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 |
Examine a língua e a garganta para
verificar a irritação causada.
|
 |
Procure um Médico.
|
 | Guarde
a planta para posterior identificação.
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Parada Respiratória e Cárdio -
Respiratória
|
Vários são os acidentes que provocam
uma parada da respiração:asfixia,
afogamento, intoxicação por
medicamentos e monóxido de carbono,
sufocamento, choque elétrico. Se as
funções respiratórias não forem
restabelecidas dentro de 3 a 5
minutos, as atividades cerebrais
cessarão totalmente ocasionando a
morte.
Assim sendo, a manutenção da
oxigenação dos tecidos à custa da
respiração artificial tem
possibilitado a recuperação de
muitas pessoas. Alguns sinais de que
houve parada respiratória são a
ausência de respiração (expansão do
tórax) e a dilatação das pupilas.
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|
O que
fazer ? |
 |
Afastar a causa ou a vítima da
causa, se for necessário;
|
 |
Verificar nível de consciência;
|
 |
Retirar da vítima a dentadura,
pontes, restos de alimentos;
|
 |
Abrir e manter desobstruída a
passagem de ar;
|
 |
Iniciar imediatamente a Respiração
Artificial (boca a boca):
Levantar a nuca da vítima com uma
das mãos e com outra inclinar a
cabeça para trás ficando a ponta
do queixo voltada para cima.
Tampar as narinas da vítima com o
polegar e o indicador, e abrir
completamente a boca da vítima.
Encher bem os pulmões e colocar a
sua boca sobre a da vítima, sem
deixar nenhuma abertura,
assoprando com força até perceber
que o tórax da vítima está se
elevando.
Iniciar novamente a operação,
repetindo-a de 12 a 20 vezes por
minuto, uniformemente e sem
interrupção.
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Encaminhar a vítima para um
Pronto-Socorro, mas continuar a
técnica durante todo percurso.
|
 |
Se não houver pulsação efetuar ao
mesmo tempo a massagem cardíaca.
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Respiração Boca a Nariz |
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É
usada quando a vítima sofreu fratura
de mandíbula , cortes (com
Hemorragia) na boca, ou quando não
se consegue abrir sua boca.
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 |
Levantar a nuca da vítima com uma
das mãos e com a outra, inclinar a
cabeça para trás, ficando a ponta
do queixo para cima.
|
 |
Apertar o maxilares para evitar a
saída de ar pela boca.
|
 |
Colocar sua boca em contato com as
narinas da vítima e soprar com
força.
|
 |
Afastar a boca.
|
 |
Abrir a boca da vítima o quanto
puder e observar o esvaziamento
natural dos pulmões.
|
 |
Recomeçar a operação e prosseguir
num ritmo de 12 a 20 vezes por
minuto.
|
 |
Encaminhar a vítima para um Pronto
Socorro e continuar a técnica no
percurso.
|
|
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Parada
Cárdio - Respiratória:
|
|
Parada
cardíaca é a cessação repentina dos
batimentos cardíacos.
Nos ambientes de trabalho onde se
encontram trabalhadores expostos a
determinados agentes químicos, como
monóxido de carbono, defensivos agrícolas,
etc. há o perigo de ocorrer a parada
cardíaca.
Também pode estar presente no infarto
do coração , em choques elétricos,
intoxicações, acidentes graves e outros.
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Sinais de
que houve parada cardíaca:
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|
 | Pulso
Ausente (Carotídeo);
|
 |
Insuficiência Respiratória;
|
 | Dilatação
nas pupilas dos olhos;
|
 | Perda da
Consciência;
|
 | Cianose
(Coloração arroxeada da pele e lábios);
|
 | Ausência de
batimentos cardíacos.
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|
O que fazer:
|
 | Colocar a
vítima deitada de costas em uma superfície
rígida; |
 | Apoiar a
metade inferior da palma da mão no terço
inferior do osso esterno e colocar a outra mão
por cima da primeira (os dedos e o restante da
palma da mão devem encostar no tórax da
vítima); |
 | Esticar os
braços e comprimir verticalmente o tórax do
acidentado; |
 | Fazer
regularmente compressões curtas e fortes
(cerca de 60 por minuto);
|
 |
Concomitantemente, associar a respiração
artificial , seguindo um ritmo de cinco
compressões para cada respiração aplicada.
|
 | Técnica de
massagem Cardíaca.
Nos casos de parada cardíaca e respiratória
iniciar a reanimação cardiopulmonar - massagem
cardíaca e respiração artificial.Se tiver
apenas um socorrista , este deverá aplicar
após cada 15 compressões cardíacas, 2
insuflações de ar boca a boca, alternadamente,
até que chegue outra pessoa para auxiliá-lo ou
até que a vítima se reanime.
Nos casos em que houver dois socorristas,
fazer 5 compressões cardíacas, e uma
insuflação de ar boca a boca, alternadamente
até que seja providenciado assistência médica
ou até que a vítima se reanime.
ATENÇÃO: Este é o socorro mais urgente
e importante que você deverá aplicar para
salvar uma pessoa.
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Picadas por Animais Peçonhentos
|
São
muito comuns envenenamentos causados por
picada de animais peçonhentos, facilmente
encontrados em qualquer parte do Brasil,
como escorpiões, aranhas e serpentes.
Esses animais inoculam ativamente sua
peçonha no homem, que produz sintomas que
variam segundo a espécie, quantidade de
veneno injetado, condições de nutrição,
peso e altura.
|
1.
Escorpiões
Os acidentes com escorpiões são pouco
freqüentes. Os escorpiões são pouco
agressivos e têm hábitos noturnos.
Encontram-se em pilhas de madeiras,
cercas, tijolos, cupinzeiros.
Sapatos e botas são ótimos esconderijos. O
veneno escorpiônico ataca o sistema
nervoso (neuro-tóxico). É um veneno
potente e pode provocar a morte de
indivíduos subnutridos e de pequeno porte,
como é o caso das crianças.
|
|
Sinais e
Sintomas: |
 | Nos
casos graves, há fortes dores no local
da picada, com tendência a se espalhar
para regiões vizinhas;
|
 | A
temperatura do corpo cai, e o suor
torna-se excessivo;
|
 |
Aumento da pressão, enjôo e vômitos.
Há risco de vida nas primeiras 24 horas,
principalmente em crianças.
|
|
|
2.
Aranhas
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|
Este é um
animal tão comumente encontrado que nem mesmo
nos damos conta do perigo que ele pode
representar. Isto acontece porque nem todas as
aranhas representam perigo de vida.
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|
Os tipos que
representam maiores perigos são:
|
 | Aranha
Marron - Loxosceles
|
 | Armadeiras -
Phoneutria - 75% de incidência de acidentes;
|
 | Tarântulas -
Lycosa;
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Conduta frente
a picadas de Aranhas e Escorpiões:
|
 | Evitar que o
paciente se movimente muito;
|
 | Não fazer
torniquete no membro acidentado;
|
 | Aplicar
compressas frias (10 a 15 ºC) nas primeiras
horas; |
 | Aplicar
respiração artificial, caso a pessoa não
estiver respirando;
|
 | Encaminhar
ao serviço médico.
|
|
|
3. Serpentes
|
O grau de
toxicidade da picada depende da potência,
quantidade de veneno injetado e do tamanho da
pessoa atingida. No Brasil, a maioria dos
acidentes ofídicos é devida a serpentes dos
gêneros Botrópico, Crotálico e Elapídico.
|
|
Sinais e
Sintomas |
 | Botrópicos:
(Urutu, Jararaca, Jararacuçu) - Fortes dores
no local, inchaço, vermelhidão ou arroxeamento
e aparecimento de bolhas. O sangue torna-se de
difícil coagulação e pode-se observar
hemorragia no local da picada, bem como na
gengiva; |
 | Crotálico
(Cascavel): Quase não se vê o sinal da
picada,e também há pouco inchaço no local.
Algumas horas após o acidente se observa a
dificuldade que o paciente tem de abrir os
olhos, acompanhada de visão "dupla" (vê os
objetos duplicados). O paciente fica com "cara
de bêbado". Outro sinal é o escurecimento da
urina, após 6 e 12 horas da picada,
caracterizando pela cor de coca-cola.
Responsável por 9% dos acidentes.
|
 | Elapídico
(Corais): Pequena reação no local da picada.
Poucas horas após, ocorre a "visão dupla",
associada à queda das pálpebras; a vítima
também fica com "cara de bêbada". Outro sinal
é a falta de ar, que pode, em poucas horas,
causar a morte do paciente. Responsável por 1%
dos acidentes.
|
|
|
Conduta em Casos
de Picadas de Serpentes: (de qualquer tipo)
|
 | Lembre-se:
"A vida do acidentado depende primordialmente
da rapidez com que se fizer o tratamento pelo
soro." |
 | Trazer, se
possível, a serpente causadora do acidente;
|
 | Não fazer
torniquete; |
 | Dirigir-se
urgentemente a um serviço médico;
|
 | O acidentado
não deve locomover-se pelos próprios meios,
principalmente se picado no membro inferior.
Sempre há uma maneira de transporta-lo.
|
 | Não perca
tempo em fazer tratamento local, o tempo é
precioso.
|
|
|
Orientação de
prevenção contra animais peçonhentos:
|
 | Não
trabalhar ou andar descalço em jardins.
|
 | Não mexer em
buracos no chão ou em paredes;
|
 | Olhar bem
para o chão ou em paredes;
|
 | Olhar bem
para o chão quando estiver caminhando.
|
 | Ter cuidado
com montes de folhas ou cupim seco, e com
mato; |
 | Lugares onde
aparecem muitos roedores (ratos) são os
melhores para as cobras se alimentarem;
|
 | Mantenha
jardim e quintais limpos; não deixe perto de
casa restos de materiais de construção. |
|
|
Traumatismo músculo-esquelético
|
|
Entorse |
|
Conceito:
É uma lesão que ocorre quando se
ultrapassa o limite normal de movimento de
uma articulação. Normalmente, ocasiona um
distensão dos ligamentos e da cápsula
articular. |
Sinais e
Sintomas: |
 | Dor
intensa ao redor da articulação;
|
 |
Dificuldade de movimentação em graus
variáveis;
|
 | Pode
haver sangramentos internos.
|
|
|
Conduta: |
Aplicar frio intenso no local (bolsa de
gelo, toalhas frias, etc.). Não fazer
massagens ou aplicações quentes (apenas 24
horas após o entorse.).
Imobilizar a articulação atingida e não
movimentá-la;
Procurar um serviço de saúde para
avaliação e tratamento adequados. |
Contusão
|
|
Conceito: É
o resultado de um forte impacto na superfície do
corpo. Pode causar uma lesão nos tecidos moles
da superfície, nos músculos ou em cápsulas ou
ligamentos articulares. Algumas vezes a lesão é
profunda, tornando difícil determinar a sua
extensão.
|
|
Sinais e Sintomas:
|
 | Coloração
roxa da pele.(Hematoma)
|
 | Dor na área
de contato. |
Conduta:
Aplicar gelo no local imediatamente. Não
massagear ou aplicar calor (apenas 24 horas após
a contusão);
Procurar um serviço de Saúde para avaliação e
tratamento adequado.
|
Luxação
|
Conceito: É
o deslocamento de um osso da articulação,
geralmente acompanhado de uma grave lesão de
ligamentos articulares. Isso resulta no
posicionamento anormal dos dois ossos da
articulação. A luxação pode ser total ou parcial
(os dois ossos da articulação ainda permanecem
em contato).
|
|
Sinais e
Sintomas: |
 | Deformidade
e movimento anormal da articulação;
|
 | Cavidade
entre as superfícies articulares;
|
 | Dor intensa;
|
|
|
Conduta:
|
Cuidadosamente colocar os dois ossos numa
posição de conforto que permita a imobilização e
o transporte com o mínimo de dor. A articulação
só deve ser recolocada no lugar por
profissionais médicos;
Não fazer massagem ou aplicação de calor;
Procurar imediatamente um Serviço de Saúde para
avaliação e tratamento adequado.
|
Fratura
|
|
Conceito: É
o rompimento total ou parcial de qualquer osso.
|
Classificação:
Quanto à relação do osso como o meio externo:
1. Fechada: Quando a pele não é rompida pelo
osso quebrado;
2. Aberta ou Exposta: Observada quando existe
ferida, mesmo que puntiforme, na pele
sobrejacente à lesão óssea. A possibilidade de
infecção neste tipo de fratura é muito grande, e
deve ser observada com atenção.
|
Quanto à extensão
da fratura:
1.
Completa: Abrange toda a espessura do osso;
2. Incompleta: Abrange parte da espessura do
osso.
|
|
Sinais e
Sintomas: |
 | Dor intensa
no local e que aumenta ao menor movimento;
|
 | Inchaço no
local; |
 | Crepitação
ao movimentar (som parecido com o amassar de
um papel); |
 | Hematoma
(rompimento de vaso, com acúmulo de sangue no
local); |
 | Paralisia
por lesão de nervos.
|
|
|
Conduta:
|
Não tentar
colocar o osso no lugar, pois isto poderá causar
complicações. Colocar os ossos numa posição mais
próxima do natural, lentamente, junto ao corpo;
Só movimentar o segmento do corpo
fraturado após sua imobilização. Esta
pode ser feita com um pedaço de madeira, cabo de
vassoura, guarda-chuva, jornal enrolado ou outro
material estável. Deve-se imobilizar as
articulações acima e abaixo do local fraturado;
Qualquer movimento desnecessário poderá
causar complicações (exposição da fratura, corte
de vasos ou ligamentos, etc.);
Aplicar gelo para reduzir a inflamação;
Procurar um Serviço de Saúde para
avaliação e tratamento adequados.
IMPORTANTE: Se existe dúvida se o osso está
ou não quebrado, agir como se realmente houvesse
um fratura e imobilizar.
|
|
Fraturas na
Coluna Vertebral
|
Conceito: A
Coluna Vertebral é feita de vários ossos
pequenos (vértebras), empilhados uns sobre os
outros. Num canal interno passam os nervos
(medula) que levam e trazem mensagens do cérebro
para o restante do organismo, para que se
realizem todas as atividades do corpo humano
(respiração, movimentação, etc.). Uma fratura da
coluna vertebral pode causar lesões na medula ,
levando a danos irreversíveis ou não à saúde da
pessoa (exemplo: paralisia das pernas).
|
|
Sinais e
Sintomas: |
 | Dor nas
costas ou pescoço;
|
 | Formigamento
de parte do corpo, geralmente nas pernas;
|
 | Dificuldade
ou impossibilidade de movimento, ou de sentir
alguma parte do corpo (geralmente as pernas);
|
|
|
Conduta:
|
 | Não deixar a
vítima se movimentar, ou não tentar remover a
pessoa do local sem ajuda;
|
 | Imobilizar a
pessoa (sem movimentá-la bruscamente)
completamente de tal forma que ao levá-lo a um
Serviço de Saúde NÃO haja movimento da coluna
ou da cabeça.
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Queimaduras e vítimas inconsciente
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Conceito:
Queimaduras são ferimentos produzidos nos
tecidos pela ação de agentes: Físicos
(Frio, Calor; Ex: Eletricidade, raios
solares, fogo, vapores, etc.), Químicos
(Produtos Corrosivos; Ex: Ácidos ou Bases
Fortes.) |
Classificação: |
1.Quanto
à profundidade:
Primeiro Grau: Quando a lesão é
superficial, provocando apenas o
vermelhidão da pele, sem formar bolhas.
Geralmente ocorre muita dor pela irritação
das terminações nervosas da pele.
Segundo Grau: Quando a lesão é mais
profunda, provocando a formação de bolhas.
Terceiro Grau: Quando
a pele é
destruída e são atingidos músculos e/ou
órgãos internos do corpo.
2. Quanto à extensão:
As queimaduras são
classificadas quanto à área do corpo
atingida. Quando a área afetada é maior
que a da palma da mão, a vítima deve
receber assistência qualificada depois que
lhe forem prestados os primeiros socorros. |
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Conduta: |
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Retirar a pessoa do contato com a causa
da queimadura. Exemplos:
Agentes Químicos: Lavar a área queimada
com bastante água, retirando a roupa se
ainda contiver alguma substância.
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 | Fogo:
Apagar de forma adequada (extintor
apropriado, areia, água ou outro).
Pode-se abafar com cobertor ou rolar o
acidentado no chão.
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 | Não
correr.
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Verificar se a respiração, o batimento
cardíaco e o nível de consciência estão
normais. Se não proceder ao atendimento
conforme explicação anterior.
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Aliviar ou reduzir a dor e prevenir a
infecção:
Mergulhar a área afetada em água limpa
ou em água corrente até aliviar a dor.
Não romper as bolhas ou retirar roupas
queimadas que estiverem aderidas à pele.
Se as bolhas estiverem rompidas, não
colocar em contato com a água.
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 | Não
aplicar pomadas, líquidos, cremes e
outras substâncias sobre a queimadura.
Estas podem complicar o tratamento e
necessitam de indicação médica.
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 | Se a
pessoa estiver consciente e sentir sede,
deve ser-lhe dada toda a água que deseja
beber, lentamente e com cuidado.
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Encaminhar logo à assistência de saúde,
para avaliação e tratamento.
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Vítima
Inconsciente |
A
Primeira medida que devemos tomar diante
de uma vítima que não se comunica é
verificar o grau de consciência.
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Para isto
devemos saber se ela:
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 | Se comunica
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 | Responde ao
toque |
 | Reponde à
dor. |
Se a
vítima está inconsciente, não responde nem ao
toque nem à dor, devemos perceber se ela
respira.
Se a vítima está inconsciente e
respirando, a musculatura fica relaxada e a
língua pode "escorregar" para trás e impedir a
passagem do ar; podem ocorrer vômitos ou
eliminação de mucosas.
Para evitar que isto aconteça, devemos
deixar a vítima na posição "de bruços".
Se a vítima está inconsciente e sem
respiração, devemos estendera cabeça dela para
trás; se não voltarem os movimentos
respiratórios, inicie a Respiração Artificial.
OBS: Informações retiradas do site
www.unimedfortaleza.com.br
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